O quê é modelo para você? Um exemplo? Uma prévia? Uma maquete? Um documento padronizado? Uma adolescente anoréxica? A Gisele Bündchen?
A palavra modelo tem vários significados, mas todos remetem à mesma coisa: Um modelo não é um objeto em si, mas algo que indica o que outra coisa deveria ser. Inclusive as modelos de moda, elas mostram como a roupa deveria ficar em você.
Para mim, os modelos são o que nos forma na vida. Em cada fase da minha vida houve um modelo que me guiou e me mestrou o que eu deveria ser: Filho, estudante, profissional... Sempre tentei seguí-lo e me conformar a ele.
E sabe o melhor? Eu provávelmente acabei virando o modelo de alguém. Assim como muitos outros foram inadvertidamente meus modelos, eu posso vir a ser a aspiração de outra pessoa. Enquando eu não ficar me fechando em quartos de hotel com grandes quantidades de droga e vomitando tudo o que comi, acho que vou estar bem...
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
O trabalho mais difícil de todos os tempos

Atire a primeira pedra quem nunca fez uma fofoca. Já aviso que quem jogar uma pedra em mim vai levar quatro de volta por causa da mentira. Não dá pra negar. Alguma vez na sua vida você já deve ter escutado ou dito a seguinte frase: “Senta aí que tenho um troço pra te contar sobre fulano”. Se você não ouviu, simplesmente se mata, você nunca teve amigos.
Mas e quando a frase acima vem acompanhada de um “promete que não conta pra ninguém”? Falar isso é pedir para que a pessoa conte pra alguém, que conta para alguém, que vai contar pra Deus e o mundo. O começo de uma fofoca é sempre desconhecido, mas na maioria das vezes o resultado é espantoso.
E quando a pessoa é curiosa? Eu sofro desse mal, pois sou mega curioso com tudo que aparece em minha volta. Além disso, eu falo demais. Fui aprendendo com o tempo que essas duas características juntas são muito perigosas. Aprendi também a guardar segredos com certa facilidade.
Tudo bem, guardar segredos é difícil. Muito. A língua coça, voe pensa setenta milhões de vezes antes de fazer qualquer comentário. Isso só tende a piorar quando você é a única pessoa a saber daquele segredo. Quando tem uma outra pessoa que sabe, você pode simplesmente conversar com ela, comentar a fofoca e todos ficam felizes e satisfeitos. Segurar o fardo sozinho é que é foda...
Pense bem antes de contar qualquer coisa, mas pense melhor ainda quando decidir que vai guardar um segredo de alguém. Essa tarefa eu acho que nem Hércules conseguiria executar.
_____________
A arte do início do post é desse cara aqui. Vale a pena dar uma olhada no trabalho dele...
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
fofocar
*Comentar
*Destacar o óbvio
*Falar sem maldade
*Repassar informações.

Eufemismos para o verbo fofocar.
Todo mundo fofoca... mulheres e homens também. Fofocar faz parte do relacionamento entre seres humanos. Ninguém consegue ouvir, ver ou pensar algo sem comentar com outra pessoa buscando aprovação, compartilhamento ou diversão.
O engraçado é a cara típica das pessoas que estão fofocando: a mão na boca e o olhar lateral à espreita de alguma testemunha ocular do fato.
A diferença das fofocas é a natureza delas. Se a pessoa fofoca com a intenção de disseminar algo que vai machucar terceiros, a fofoca não é boa e deve ser cortada pela raiz. Porém a fofoca que é feita pelo simples fato de comentar e compartilhar... essa fofoca é inocente e não faz mal a ninguém!...
*Destacar o óbvio
*Falar sem maldade
*Repassar informações.

Eufemismos para o verbo fofocar.
Todo mundo fofoca... mulheres e homens também. Fofocar faz parte do relacionamento entre seres humanos. Ninguém consegue ouvir, ver ou pensar algo sem comentar com outra pessoa buscando aprovação, compartilhamento ou diversão.
O engraçado é a cara típica das pessoas que estão fofocando: a mão na boca e o olhar lateral à espreita de alguma testemunha ocular do fato.
A diferença das fofocas é a natureza delas. Se a pessoa fofoca com a intenção de disseminar algo que vai machucar terceiros, a fofoca não é boa e deve ser cortada pela raiz. Porém a fofoca que é feita pelo simples fato de comentar e compartilhar... essa fofoca é inocente e não faz mal a ninguém!...
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Aquela, que vem e que passa...
Você com certeza a conhece. Ela já te acordou no meio da noite, sem sair da sua cabeça. Ela invade suas conversas inocentemente até você ficar louco. Se ela entra numa sala, todos, independente de sexo ou estado civil, lhe dedicam completa atenção.
Da primeira vez que ela tentou te seduzir, você resistiu. "Isso são os outros que fazem, não eu", você pensou. "Não sou como eles". Mas a curiosidade foi maior. Ah, se foi. Uma vez que ela entra na sua vida, não tem como expulsar. E ser fiel, com ela de por meio, não tem como.
Ela sabe de seu poder. Invade seus momentos de trabalho mais árduos e nem pede desculpas. Monopoliza os lanchinhos no meio do expediente sem vergonha. Faz virar cabeças por onde seja que passa e nem dedica uma piscadela, indo embora tão rápido quanto chegou. Lá vai, invadir a vida de outro. Para ela, não há portas fechadas.
E essa é a pior parte. Quando ela vai, você sempre fica com um gostinho de quero mais... e liga para quem for preciso, porque você quer...FOFOCA!
Da primeira vez que ela tentou te seduzir, você resistiu. "Isso são os outros que fazem, não eu", você pensou. "Não sou como eles". Mas a curiosidade foi maior. Ah, se foi. Uma vez que ela entra na sua vida, não tem como expulsar. E ser fiel, com ela de por meio, não tem como.
Ela sabe de seu poder. Invade seus momentos de trabalho mais árduos e nem pede desculpas. Monopoliza os lanchinhos no meio do expediente sem vergonha. Faz virar cabeças por onde seja que passa e nem dedica uma piscadela, indo embora tão rápido quanto chegou. Lá vai, invadir a vida de outro. Para ela, não há portas fechadas.
E essa é a pior parte. Quando ela vai, você sempre fica com um gostinho de quero mais... e liga para quem for preciso, porque você quer...FOFOCA!
domingo, 24 de janeiro de 2010
Luz, luz, luz
No princípio, Deus criou os céus e a terra. A terra estava informe e vazia; as trevas cobriam o abismo e o Espírito de Deus pairava sobre as águas. Deus disse: “Faça-se a luz!” E a luz foi feita. Deus viu que a luz era boa, mas tão boa, que resolveu privar o meu bairro dela por dois dias seguidos.
Sério, só pode ser chacota divina eu ter ficado no escuro. Uma noite sem enxergar eu admito, mas duas? Eu joguei chicletes na cruz, por acaso? Eu chamei sua mãe de puta e gorda? Não. Então pra que tanto ódio no coração? Eu só precisava de luz... Eu admito que achei um pouco de graça no início.
Desci do ônibus na mais completa escuridão e tinha a missão de cruzar o bairro inteiro nesse estado pra conseguir chegar em casa. Entre uns tropeções e viradas de pés nos buracos, foi tudo muito tranquilo. Quando eu cheguei em casa e fui informado que a luz tinha acabado há três horas e não tinha previsão de retorno, eu comecei a desesperar. Sério. O que a gente pode fazer enquanto está tudo escuro?
1) Dormir: A opção mais óbvia de todas. Dormir e esperar que quando você acorde a luz esteja de volta a sua vida. Pena que isso simplesmente não funciona pra mim, que simplesmente não consigo dormir na escuridão total.
2) Jantar a luz de velas: essa ideia é uma das que funciona só quando você tem luz em casa. Sabe por quê? Servir o jantar para sua ficante/lanchinho/namorada/esposa é super romântico. Agora imagina FAZER esse jantar a luz de velas. Não tem nada romântico nisso, principalmente se a pessoa tiver a mesma habilidade culinária que eu. Ou seja, nenhuma...
3) Usufruir da tecnologia: com coisas que funcionam a bateria, suas noites sem luz podem ser muito mais agradáveis. Notebooks, vídeo-game portátil, aparelhos que tocam músicas. Enfim, uma infinidade de coisas para se fazer e ainda conseguir uma tão sonhada luzinha. Mas não suicide se a bateria acabar e você ficar na mão.
4) Colocar o assunto em dia com os vizinhos: no caminho do ponto de ônibus para minha casa eu “vi” tanta gente na rua que eu nem acreditei. Caramba, tava escuro, ninguém enxergava ninguém, mas mesmo assim as vizinhas estavam todas na rua fofocando da vida alheia, reclamando da falta de luz. Juro que tinha uma casa que tinha até cadeiras na frente, com várias pessoas sentadas em roda e colocando o papo em dia...
5) Brincar com sombras: [criança mode: on] Tem coisa mais divertida que pegar uma lanterna ou uma vela e ficar fazendo bichinhos na parede num dia sem luz? Com certeza não tem. Tudo bem que minha habilidade manual não me permite fazer coisas muito sofisticadas, mas mesmo assim é ótimo. Outra possibilidade é pegar a lanterna, colocar na cara de baixo pra cima e contar histórias de terror. De preferência faça isso para um monte de criancinhas... é ótimo. Essa mesma experiência pode ser traumática se você usar uma vela. Queima a barba, vai por mim...
P.S: Um amigo meu falou que quando fica sem luz em casa, ele brinca de fingir que é um policial invadindo uma casa abandonada. Tudo isso com direito a arma de brinquedo e pés sendo batidos nas portas. Pena que a mãe dela não aprova muito a ideia... e você? O que faz quando fica no escurinho? (sugestões sexuais foram cogitadas, mas como esse é um blog de família, não coloquei aqui).
Sério, só pode ser chacota divina eu ter ficado no escuro. Uma noite sem enxergar eu admito, mas duas? Eu joguei chicletes na cruz, por acaso? Eu chamei sua mãe de puta e gorda? Não. Então pra que tanto ódio no coração? Eu só precisava de luz... Eu admito que achei um pouco de graça no início.
Desci do ônibus na mais completa escuridão e tinha a missão de cruzar o bairro inteiro nesse estado pra conseguir chegar em casa. Entre uns tropeções e viradas de pés nos buracos, foi tudo muito tranquilo. Quando eu cheguei em casa e fui informado que a luz tinha acabado há três horas e não tinha previsão de retorno, eu comecei a desesperar. Sério. O que a gente pode fazer enquanto está tudo escuro?
1) Dormir: A opção mais óbvia de todas. Dormir e esperar que quando você acorde a luz esteja de volta a sua vida. Pena que isso simplesmente não funciona pra mim, que simplesmente não consigo dormir na escuridão total.
2) Jantar a luz de velas: essa ideia é uma das que funciona só quando você tem luz em casa. Sabe por quê? Servir o jantar para sua ficante/lanchinho/namorada/esposa é super romântico. Agora imagina FAZER esse jantar a luz de velas. Não tem nada romântico nisso, principalmente se a pessoa tiver a mesma habilidade culinária que eu. Ou seja, nenhuma...
3) Usufruir da tecnologia: com coisas que funcionam a bateria, suas noites sem luz podem ser muito mais agradáveis. Notebooks, vídeo-game portátil, aparelhos que tocam músicas. Enfim, uma infinidade de coisas para se fazer e ainda conseguir uma tão sonhada luzinha. Mas não suicide se a bateria acabar e você ficar na mão.
4) Colocar o assunto em dia com os vizinhos: no caminho do ponto de ônibus para minha casa eu “vi” tanta gente na rua que eu nem acreditei. Caramba, tava escuro, ninguém enxergava ninguém, mas mesmo assim as vizinhas estavam todas na rua fofocando da vida alheia, reclamando da falta de luz. Juro que tinha uma casa que tinha até cadeiras na frente, com várias pessoas sentadas em roda e colocando o papo em dia...
5) Brincar com sombras: [criança mode: on] Tem coisa mais divertida que pegar uma lanterna ou uma vela e ficar fazendo bichinhos na parede num dia sem luz? Com certeza não tem. Tudo bem que minha habilidade manual não me permite fazer coisas muito sofisticadas, mas mesmo assim é ótimo. Outra possibilidade é pegar a lanterna, colocar na cara de baixo pra cima e contar histórias de terror. De preferência faça isso para um monte de criancinhas... é ótimo. Essa mesma experiência pode ser traumática se você usar uma vela. Queima a barba, vai por mim...
P.S: Um amigo meu falou que quando fica sem luz em casa, ele brinca de fingir que é um policial invadindo uma casa abandonada. Tudo isso com direito a arma de brinquedo e pés sendo batidos nas portas. Pena que a mãe dela não aprova muito a ideia... e você? O que faz quando fica no escurinho? (sugestões sexuais foram cogitadas, mas como esse é um blog de família, não coloquei aqui).
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terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Efeitos nem sempre especiais
O novo filme de James Cameron, Avatar, está aí nos cinemas formando filas imensas de pessoas felizes para colocarem os óculos 3D na cara e aproveitarem o visual impressionante do longa. Avatar inova na tecnologia, mas peca com uma história clichê e previsível.
Esse talvez não seja um problema restrito a este filme. Com uma facilidade cada maior para emular cenas e situações impossíveis de serem atuadas, os grandes filmes se converteram numa sequência de cenas de ações que mostram todo o poder dos efeitos especiais. Precisa disso?
Muitos diretores parecem estar se esquecendo do principal do cinema: a história. Usar os efeitos apenas pelos efeitos não sustenta o filme. Para mim, os bons efeitos são aqueles imperceptíveis. Que façam você entrar na história e acreditar no que está vendo. O vídeo abaixo ilustra bem isso. Aposto que você nem repararia que essas cenas foram filmadas com o auxílio de um chroma key.
Esse talvez não seja um problema restrito a este filme. Com uma facilidade cada maior para emular cenas e situações impossíveis de serem atuadas, os grandes filmes se converteram numa sequência de cenas de ações que mostram todo o poder dos efeitos especiais. Precisa disso?
Muitos diretores parecem estar se esquecendo do principal do cinema: a história. Usar os efeitos apenas pelos efeitos não sustenta o filme. Para mim, os bons efeitos são aqueles imperceptíveis. Que façam você entrar na história e acreditar no que está vendo. O vídeo abaixo ilustra bem isso. Aposto que você nem repararia que essas cenas foram filmadas com o auxílio de um chroma key.
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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Outra Terra Média?
“Graças ao senhor Tolkien, o século XX teve todos os duendes e magos de que precisava”. Foi com essa frase que Stephen King mostrou que ainda não estava preparado, aos 19 anos, para escrever a série da Torre Negra.
Christopher Paolini é um escritor muito novo. Eragon, seu primeiro livro, foi lançado oficialmente quando ele tinha apenas 20 anos e já foi aclamado como um Best Seller. Mas um ponto negativo pesou muito sobre a história criada por ele: a falta de originalidade.

Eu vou contar a sinopse e, enquanto você lê, vá pensando em alguns personagens famosos que se encaixariam nos papéis que eu vou falar. Pronto? Então vamos lá... O livro conta a história de Eragon, um rapaz que vive na terra de Alagaësia e que foi abandonado pelo pai e mãe, sendo criado pelo tio. Aos 15 anos ele encontra um ovo de dragão e se descobre como um dos lendários Cavaleiros de dragões. A partir daí sua vida se torna um inferno. Sua família é ameaçada e ele se vê numa jornada com Brom, um contador de histórias que passará todos os ensinamentos que possui para Eragon, e Saphira, sua dragoa. A missão é destruir o Império e seu chefe, o Cavaleiro Galbatorix. No meio da história nos vemos em um mundo mágico, cercado por elfos, anões e os malignos espectros e urgals.
Frodo, Anakin Skywalker, Obi-Wan Kenobi, Terra média, Sauron, Saruman, orcs. Só pra citar alguns. Esse elementos estão todos presentes no primeiro livro de Paolini. A história não é tão original e o personagens seguem uma linha que a gente já conhece. Depois de tudo que foi dito, a frase do King no início do texto faz muito mais sentido. Se ele achava que aos 19 anos escreveria uma cópia barata de O Senhor dos Anéis, imagina alguém com 15 anos tentando fazer o mesmo...
Mas levando tudo isso em consideração, ele ainda valeu o dinheiro gasto na promoção do Submarino. A história dos Cavaleiros de Dragão criada por Paolini torna tudo mais interessante. A relação de cumplicidade entre Saphira e Eragon mostra o quanto os personagens conseguiram crescer ao longo de toda a jornada e de como cada treinamento e cada perda teve um significado para o seu desenvolvimento.
A leitura é simples, mas às vezes o autor se prende demais a descrições sem sentido. Tá, o Tolkien é um dos meus autores preferidos e ele faz isso também. Mas ele é o Tolkien, né? Não sei como o Christopher Paolini vai se comportar nos próximos livros, principalmente porque eles são maiores que o Eragon. Mas vamos lá... Eldest me espera.
Christopher Paolini é um escritor muito novo. Eragon, seu primeiro livro, foi lançado oficialmente quando ele tinha apenas 20 anos e já foi aclamado como um Best Seller. Mas um ponto negativo pesou muito sobre a história criada por ele: a falta de originalidade.

Eu vou contar a sinopse e, enquanto você lê, vá pensando em alguns personagens famosos que se encaixariam nos papéis que eu vou falar. Pronto? Então vamos lá... O livro conta a história de Eragon, um rapaz que vive na terra de Alagaësia e que foi abandonado pelo pai e mãe, sendo criado pelo tio. Aos 15 anos ele encontra um ovo de dragão e se descobre como um dos lendários Cavaleiros de dragões. A partir daí sua vida se torna um inferno. Sua família é ameaçada e ele se vê numa jornada com Brom, um contador de histórias que passará todos os ensinamentos que possui para Eragon, e Saphira, sua dragoa. A missão é destruir o Império e seu chefe, o Cavaleiro Galbatorix. No meio da história nos vemos em um mundo mágico, cercado por elfos, anões e os malignos espectros e urgals.
Frodo, Anakin Skywalker, Obi-Wan Kenobi, Terra média, Sauron, Saruman, orcs. Só pra citar alguns. Esse elementos estão todos presentes no primeiro livro de Paolini. A história não é tão original e o personagens seguem uma linha que a gente já conhece. Depois de tudo que foi dito, a frase do King no início do texto faz muito mais sentido. Se ele achava que aos 19 anos escreveria uma cópia barata de O Senhor dos Anéis, imagina alguém com 15 anos tentando fazer o mesmo...
Mas levando tudo isso em consideração, ele ainda valeu o dinheiro gasto na promoção do Submarino. A história dos Cavaleiros de Dragão criada por Paolini torna tudo mais interessante. A relação de cumplicidade entre Saphira e Eragon mostra o quanto os personagens conseguiram crescer ao longo de toda a jornada e de como cada treinamento e cada perda teve um significado para o seu desenvolvimento.
A leitura é simples, mas às vezes o autor se prende demais a descrições sem sentido. Tá, o Tolkien é um dos meus autores preferidos e ele faz isso também. Mas ele é o Tolkien, né? Não sei como o Christopher Paolini vai se comportar nos próximos livros, principalmente porque eles são maiores que o Eragon. Mas vamos lá... Eldest me espera.
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